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Série Casos Clínicos – Chicory

agosto 2013
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A HISTÓRIA DA MASSAGEM

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Continuando a série Casos Clínicos dos Florais de Bach, vou falar hoje sobre um que está relacionado a possessividade, egoísmo e autopiedade.

Chicory

“Pense em tudo o que passei por você; pense em tudo o que fiz por você.”

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O sentimento amoroso encontra-se bloqueado em seu fluxo para o exterior, voltando-se para dentro, para o eu. Nesse caso, o indivíduo torna-se congestionado do ponto de vista físico e mental, pois a doação amorosa transforma-se em possessividade absoluta , em preocupação egoísta. Assim é o indivíduo do tipo Chicory e esse estado mental e emocional pode ser corrigido com Chicory.

“É uma rabugenta extrema e incansável. Está repleta de autopiedade e de uma atitude do gênero ‘ninguém me ama’.. Seus sentimentos são facilmente feridos, quando, então, ela se sente rejeitada. É uma pessoa tóxica, do ponto de vista mental e emocional.”

Chicory (1)

 Caso Clínico

Mulher, meia idade, viúva. Seu único filho estava prestes a se casar e era grande o ciúme pela futura nora. Sua atitude com relação aos filhos sempre fora das mais possessivas, sendo que agora ela fazia de tudo o que estava ao seu alcance para impedir o casamento. Criara uma série de impedimentos; dizia que não poderia ser deixada sozinha; dizia que perderia a casa se o filho a deixasse e que, de toda forma sua vida estaria arruinada. Prescreveu-se Chicory , o remédio básico, para seu egoísmo e sua atitude possessiva, e Holly para seu ciúme. Depois de tomar os remédios por aproximadamente dois meses, participou do casamento do filho e abençoou os noivos. Entretanto, custou muito para que conseguisse perdoar o filho por tê-la “abandonado”. Continuou tomando os remédios por quase dois anos. Escreveu, então, constando que estava vivendo uma nova vida. Agora gostava muito da nora e estava felicíssima com o neto.

não-possessividade

(Caso clínico retirado do livro Manual Ilustrado dos Remédios Florais do Dr. Bach – Philip M. Chancellor)

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